domingo, 14 de março de 2010

Páscoa e chocolate

Aqui, novo texto que escrevi para a coluna Alto Astral, de Durval Capp Filho, publicada no Jornal da Baixada.

Sabor de amor. E de chocolate

Quem não gosta de ovo de Páscoa? Ou de coelhinhos de chocolate? Pouquíssimas pessoas. O chocolate exerce fascínio e não são poucos os estudos que se propõem a analisar os motivos dessa doce paixão. Os resultados variam da sensação de tranquilidade provocada por componentes do chocolate, até o simples prazer causado pelo gostinho irresistível.

Seja como for, chocolate, para muita gente, é indispensável e os “chocólatras” até se organizam em associações. E, como estamos em pleno tempo de chocolate, parece até que há mais alegria no ar, que as pessoas estão mais sorridentes, talvez mais felizes.

É Páscoa. E é chocolate. Mas, só? Não deveria ser. Este é também um tempo de reflexão. Parar para avaliar se a mensagem de amor deixada há mais de dois mil anos por aquele Homem de Nazaré ainda continua viva. Será que as palavras de perdão (“Eles não sabem o que fazem”), de compreensão (“Ninguém te condenou? Também Eu não te condeno”), de paz (“Eu vos dou a minha paz”) continuam nos norteando?

O amor Dele pela humanidade lhe atraiu o mais terrível sofrimento e a morte. Não caberia a nós fazer com que tenha valido a pena? É tempo de chocolate, sim. Mas façamos com que o doce sabor nos remeta também à meditação e, consequentemente, a um modo de vida mais justo. Se começarmos por nós, poderemos, quem sabe, começar a mudar o mundo. Que poderá vir a ser doce, como ovo de Páscoa!

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